#162 Pequenas lições que a vida nos dá

Nunca compares a tua vida com a dos outros. Porquê? Eu explico: 
 
1. Nunca tens a absoluta noção de qual a dimensão da dureza do caminho que o conduziu até onde o(a) vês;
2. Desconheces qual a sensação que o(a) mesmo(a) sente, em estar no ponto em que o vês;
3. Não sabes para que ponto irá em seguida.
 
Por isso, olha apenas pela tua vida e saboreia-a em tudo quanto ela te brinda, aprende com as quedas, cresce e aprende.
 
Faz sempre o melhor que puderes. Ajuda todos quantos possas, mas começando naturalmente por te ajudares: a TI.
 
Nada podes fazer por ninguém, se não reunires os mínimos e a chave está em nunca te esqueceres dessa obrigação, quando atingires para cima do patamar mínimo e quem sabe mesmo: os máximos.
 
Não mates. Não roubes. 
 
Supostamente duas regras tão simples, mas tão difíceis de cumprir, se compreendermos que o lucro é um roubo (para eu estar aqui a escrever um texto no computador, alguém está do outro lado do mundo a passar fome) e quanto a não matar… para além da compreensão da premissa anterior ser complexa e envolver necessariamente a “cumplicidade” na morte de alguém, temos ainda a alimentação e as mortes que a mesma provoca, sempre de inúmeros animais.
 
“Não matar” implica, portanto, também em si, muitas decisões.
 
Sim, já sei que assobiar para o lado é sempre mais simples. De resto, é essa a história da nossa civilização, começando pela sociedade ocidental.
 
Claro está que também eu não cumpro na íntegra estas três premissas. Mas ao menos estou consciente e dando passos largos nesse sentido. Um dia destes já “lá” estarei.
 
Quanto a TI? Só tu saberás.